Salário de servidores do DF não será mais parcelado

Salário de servidores do DF não será mais parcelado. A afirmação é do Governador Rodrigo Rollemberg.

O Governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB) anunciou, por meio de sua rede social, que os salários dos servidores do Distrito Federal não serão mais parcelados. O anúncio foi feito após o repasse do Governo de R$265 milhões provenientes do Fundo Constitucional.

Segundo o Governador, isso só foi possível porque a União depositou,  R$ 265 milhões do Fundo Constitucional, que estavam retidos irregularmente desde 09/2006, concluiu.

http://blog.estudioaulas.com.br/2017/08/concurso-sedf-resultado-final-adiado/

Entenda o impasse

No último dia 15 de agosto, o secretário Sérgio Sampaio, da Casa Civil, já havia sinalizado que os salários dos servidores do Distrito Federal seriam parcelados. Naquele mesmo dia, o governador Rodrigo Rollemberg chegou a dizer que o assunto não havia sido definido.

Na semana posterior, o governador novamente falou sobre a crise financeira e afirmou que a esperança era o governo federal liberar R$ 1 bilhão. O fato é que os salários seriam parcelados já a partir de setembro. A medida visava atingir 155 mil servidores – temporários e concursados.

Desde julho, o GDF trabalha com a possibilidade de parcelar em duas vezes o salário dos seus servidores, pagando 80% e 20%, respectivamente. Essa medida foi criada para tentar equilibrar as contas do Governo que não fechavam. Para se ter uma ideia, o déficit mensal do GDF é de R$ 240 milhões.

O Governador Rollemberg declarou à imprensa que: “ Quando chega no dia 25, suspendemos o pagamento de fornecedores e de prestadores de serviços para juntar o dinheiro e honrar a folha de pagamento”.

O efeito colateral disso são escolas públicas sem limpeza ou com suas atividades suspensas, por exemplo. Além de muitas empresas terceirizadas que ficam sem ter como repassar vale-alimentação ou vale-transporte aos seus funcionários.

Para melhorar na arrecadação, o GDF tem adotado algumas medidas, tais como: dispensa de cerca de 4 mil servidores em cargos em comissão, a diminuição no número de secretarias, a revisão de contratos com fornecedores e a aprovação de matérias na Câmara Legislativa que resultaram em aumento de arrecadação.

Jornalista Soraia Cantanhede

https://youtu.be/CZKtkEH9JZU

 

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